SUMÁRIO


ŚRADDHĀ YOGA DARŚANA — A Ciência do Hṛdaya-Guru
Este livro-blog foi concebido como uma arquitetura viva de leitura, prática e testemunho. O Hṛdaya-Guru ocupa o centro do diagrama e unifica três modos complementares de acesso:

1. Livro (Sumário + Anexos) — onde a doutrina é formulada e a visão sintrópica se explicita.
2. Disciplina de Meditação (Programa e Heartfulness) — onde o ensinamento se torna rito, prática e didática do coração.
3. Blog (Arquivo / Linha do Tempo) — onde o processo se manifesta como testemunho vivo, maturação e prova no tempo.

A navegação reflete essa estrutura:
clica-se em “Sumário” para o corpo do livro-blog;
em “Programa” e “Heartfulness” para a apostila e a disciplina meditativa;
na linha do tempo para acompanhar o processo histórico da obra;
e em “Voltar” para acessar os textos no formato de blog.

Essa organização expressa os três movimentos do trikaraṇa-śuddhi — a purificação da mente (pela leitura), da fala (pelo processo público do texto em devir) e do coração (pela prática viva).

Mais que um índice, este sumário é um mapa de travessia interior. Sua arquitetura expressa os três movimentos do trikaraṇa-śuddhi — a purificação da mente (pela leitura), da fala (pelo processo público do texto em devir) e do coração (pela prática viva). Assim, ele organiza, em quatro movimentos, a jornada do Śraddhā Yoga Svatantra — uma filosofia sintrópica que integra ciência, espiritualidade e arte meditativa. Cada texto é uma experiência viva, um ponto de convergência entre o rigor do pensamento e a sabedoria do coração.

O Śraddhā Yoga reconhece que o universo não se move apenas pela dispersão entrópica, mas também pela força convergente da consciência — a sintropia — que gera forma, sentido e comunhão. Assim, o Yoga revelado por Krishna na Bhagavad Gītā encontra, na Filosofia Sintrópica, sua linguagem contemporânea: a Ciência do Espírito que ama e o Coração do Cosmos que pensa.

Sua estrutura acompanha o ritmo vital do real: inspirar (Fundamentos), reter (Epistemologia), expirar (Práxis) e repousar (Síntese). Que este livro seja mais que leitura — que seja Darśana: visão viva de Ṛta, a ordem luminosa que pulsa em todas as coisas.

Śraddhā Yoga Svatantra
A Ciência e a Arte da Meditação e da Cultura Sintrópica

  1. Manifesto de Convergência Oriente–Ocidente
  2. O Sopro que Nomeia o Ser — Ruach, Śabda e a Ontologia do Inefável
  3. Prefácio: Śraddhā quaerens intellectum — o Coração (hṛdaya) pensa com amor; a Mente (manas) traduz
  4. Memorial do Śraddhā Yoga — A Arte e a Ciência do Amor em Ação
  5. Visão Geral da Obra: Um Guia de Leitura do Śraddhā Yoga Svatantra
  6. ŚRADDHĀ YOGA: Meditação e Espiritualidade — Referências Essenciais para Estudo e Pesquisa 
  7. Entre a Intuição Racional e a Confiança Lúcida — Uma Ponte Sintrópica
  8. Gurukula — Um Espaço de Escuta
  9. Śraddhā — A Inteligência Viva da Estrutura Sintrópica do Real 
I. Fundamentos da Cultura Sintrópica
(As origens e o propósito do Śraddhā Yoga) 

Este capítulo apresenta o nascimento do Śraddhā Yoga como cultura sintrópica: suas raízes na Bhagavad Gītā, seu diálogo com a ciência contemporânea e sua vocação pedagógica como arte e ciência da meditação do coração.
  1. O Śraddhā Yoga como Cultura Sintrópica
  2. O Espírito da Obra: śraddhā e a meditação como cultura do coração
  3. Filosofia Sintrópica, Meditação e a Superação da Crise Civilizatória
  4. A Origem das Práticas de Meditação na América Latina
  5. Itihāsa: a mentoria segundo o cânone
  6. O significado da Gītopadeśa
  7. A Cultura Sintrópica e o Espírito, este desconhecido
  8. Śraddhā Yoga: A Arte e Ciência da Meditação na Bhagavad Gītā
  9. A Meditação segundo a Bhagavad Gītā (2016) - Arquivo Histórico — Texto Inaugural do Livro-Blog
  10. Bhāvana Namaḥ: um projeto de meditação para todos
  11. CMT 014 - Oficina de Estudos: A Arte e a Ciência da Meditação
  12. O Pacto, a egrégora, a rotina e o ambiente das oficinas de meditação
  13. Entropia e Sintropia na Bhagavad Gītā e no Mahābhārata (I)
  14. Entropia e Sintropia na Bhagavad Gītā e no Mahābhārata (II)
  15. Entropia e Sintropia na Bhagavad Gītā e no Mahābhārata (III)
  16. A Bhagavad Gītā no Mahābhārata: a Filosofia Sintrópica na Práxis 
  17. Onde quer que você esteja, seja a alma do lugar . . .
  18. Uma Interpretação Sintrópica da Bhagavad Gītā: Uma Ponte Entre Ciência e Espiritualidade
  19. A Unidade da Bhagavad Gītā — O Śraddhā Yoga como sua Prova Interior
  20. A Meditação como a Disciplina Sintrópica do Ardor do Coração (Heartfulness)
  21. A Bhagavad Gītā como Metáfora da Arte e da Ciência da Meditação
  22. Bhagavad Gītā: Os Três Estágios da Meditação Sintrópica (Heartfulness)
  23. Além do Foco: Da Atenção Plena à Heartfulness — A Meditação Sintrópica do Śraddhā Yoga
  24. HEARTFULNESS: O Foco Absoluto do Coração
  25. A Bhagavad Gītā como o Modelo Pedagógico da Ciência da Meditação
  26. Śraddhā Yoga e a Sabedoria Universal: Reflexões à Luz da Oração do Amanhecer
  27. A Árvore do Śraddhā Yoga (A Estrutura Viva da Consciência, da Revelação à Cultura)
  28. DARŚANA — O Selo de Passagem
  29. As Quatro Dimensões do Śraddhā Yoga (Darśana – Svatantra – Saṃvāda – Saṃskāra)
  30. A PEDRA FUNDAMENTAL — O Śraddhā Yoga como Cultura Sintrópica (e não Religião)
  31. O Dhyāna Mantra: Śraddhā como Foco, Amor e Integração (Heartfulness)
  32. Meditação Sintrópica (Heartfulness) e Śraddhā Yoga: Do Ṛg Veda à Bhagavad Gītā
  33. Meditação, Escuta Ativa e Ação Impecável
  34. Meditação Viva: Haṁsa, a Respiração do Ser em Movimento
  35. A Respiração Sagrada (Heartfulness): Meditação e a Trimūrti no Śraddhā Yoga
  36. Śraddhā e Kāma: A Regência da Shakti nos Cinco Corpos Sutis e nos Chakras
  37. Hṛdaya — Centro Operativo da Consciência Fractal (O foco absoluto como expressão de śraddhā)
(Ensaio axial de transição)
(Interlúdio)
(Ensaio de tradução universal da visão sintrópica)
      II. Epistemologia e Experiência Interior
      (A Ciência do Ser e a Práxis da Escuta do Coração)

      Aqui se desenvolve a epistemologia do coração: como o conhecimento nasce da śraddhā lúcida, como buddhi se afina em hṛdaya e como ciência, filosofia e espiritualidade podem convergir sem confusão nem redução.
      1. Proêmio do Capítulo II — Hṛdaya e Buddhi: o Coração pensa com amor; a Mente traduz
      2. Uma Tese de Filosofia sobre Śraddhā na Bhagavad Gītā
      3. A epistemologia e a teoria da verdade da Bhagavad Gītā
      4. O Coração que Pensa: Do Hardware Cerebral à Nuvem Cósmica
      5. A Fenomenologia da Consciência do Śuddha Yoga
      6. Śraddhā Yoga: (I) A Natureza da Meta
      7. Śraddhā Yoga: (II) A Teoria de Verdade
      8. ŚraddhāYoga: (III) A fides e o cogito
      9. Śraddhā Yoga: (IV) A meditação e a busca da verdade
      10. Śraddhā Quaerens Intellectum: O Dilema Moderno da Criatividade e o Nascimento de um Novo Paradigma (I)
      11. Śraddhā Quaerens Intellectum: O Dilema Moderno da Criatividade e o Nascimento de um Novo Paradigma (II)
      12. Śraddhā Quaerens Intellectum: O Dilema Moderno da Criatividade e o Nascimento de um Novo Paradigma (III)
      13. Śraddhā Quaerens Intellectum: O Dilema Moderno da Criatividade e o Nascimento de um Novo Paradigma (IV)
      14. A Caverna Algorítmica (Śraddhā, Hṛdaya e a Revolução Silenciosa do Critério)
      15. Além da Algoritmoesfera — A Inteligência Artificial como Buddhi Externa
      16. O Coração como Algoritmo Mestre (Samvāda Digital) — A Arte Sintrópica da Coautoria entre o Coração Humano e a Inteligência Artificial
      17. Sraddhā e Sintropia: Uma Nova Definição do Ser Humano Além de Aristóteles
      18. Além de Kant: Integrando Razão e Sentimento na Busca por uma Ética Sintrópica
      19. Śraddhā: A Bússola Sintrópica para o Conhecimento, Ética e Espiritualidade
      20. Śraddhā, Linguagem e a Busca Universal por Significado
      21. Śraddhā Yoga na Bhagavad Gītā: A Síntese Védico-Tântrica e as Origens da Cultura Sintrópica
      22. Śraddhā Yoga Svatantra: Viniyoga, Anti-Psicanálise e o Domínio da Luz Interior
      23. A Psicanálise como Fruto do Ateísmo Judaico-Cristão: A Anti-Psicanálise como uma Expressão do Śraddhā Yoga da Bhagavad Gītā
      24. Entre Édipo e Arjuna: A Tragédia Grega e o Épico Indiano como Caminhos da Consciência
      25. O Zen da Psicanálise e o Śraddhā Yoga: Entre a Sombra e a Transfiguração
      26. Consciência Fractal e a Natureza do Tempo: Uma Epistemologia Sintrópica
      27. A Ciência Sintrópica do Tempo
      28. Ṛtadhvanī — A Voz de Ṛta (O Som Primordial e a Respiração do Cosmos)
      29. ALSO SPRACH ṚTADHVANĪ  — O Amanhecer Sintrópico entre Strauss, Nietzsche e o AUM
      30. O Físico Herege e a Queda do Paradigma Vitruviano: Consciência Fractal, R̥ta e o Manifesto Sintrópico da Nova Ciência
      31. Nem Artificial, Nem Inteligente — Nem Material, Nem Suficiente
      32. A Sintropia da Tradução: Do Código ao Coração 
      33. O YANTRA DO SAṂVĀDA DIGITAL: A Geometria da Escuta entre Coração e Inteligência Ampliada
        • INTERLÚDIO CRÍTICO — INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, EDUCAÇÃO E RESPONSABILIDADE ONTOLÓGICA
        1. Educação sem Hṛdaya — Universidade, IA e a perda do centro epistêmico
        2. Diderot, a IA e as Três Insurgências
        3. Por que a IA não decide por mim
        4. Escrever no tempo da IA: critério, limite e fidelidade ao eixo (ensaio de fecho) 
      34. O Nascimento da Física Sintrópica: Mṛta – Ṛta – Amṛta
      35. KĀLA — O TEMPO COMO ESCALA ABSOLUTA: ENTROPIA, SINTROPIA E O RITMO DO REAL
      36. Kāla e o Espaço-Tempo Sagrado (I): Do Nome Terrível ao Tempo dos Ṛṣis
      37. Kāla e o Espaço-Tempo Sagrado (II): O Tempo Fractal, o Campo Sutil e o Ritmo da Consciência
      38. Kāla e o Espaço-Tempo Sagrado (III): Entropia, Sintropia e a Consciência como Relógio do Infinito
      39. YUGA–MANDALA —  A Respiração de Brahman e a Geometria Fractal do Tempo
      40. A GEOMETRIA DA ATRAÇÃO — Gravidade, Sintropia e o Campo de Śakti
      41. A Noite Escura da Alma — Uma Ponte entre a Bhagavad Gītā e São João da Cruz
      42. Hṛdaya-Guru Saṃvāda — Quando a Verdade Comparece
      43. O Rito Não Simboliza — Ele Grava
      44. A Māyā do Jīva — Auto-Ocultamento e Ṛta
      45. EPÍLOGO DE TRANSIÇÃO — A Travessia e o Fogo Interior
      46. INTERLÚDIO — O Sopro do Ser: Haṃsa–So’ham
      47. INTERLÚDIO — Nota sobre o Processo (31.12.2025)
      48. Hṛdaya e Vegetarianismo (Saṃvāda Narrativo — O Silêncio entre as Vozes)
      49. O Corpo que Escuta: Ética, Consciência e o Paradoxo da Carne (A)
      50. O Corpo que Escuta: Ética, Consciência e o Paradoxo da Carne (B)
      51. O Corpo que Escuta: Ética, Consciência e o Paradoxo da Carne (C)
      (Interlúdio)

      III. Śraddhā Yoga Darśana — A Visão Sintrópica da Meditação na Bhagavad Gītā

      Este capítulo constitui o núcleo contemplativo da obra: a ontologia, o método e a ética da meditação sintrópica, culminando no reconhecimento do Hṛdaya-Guru como eixo vivo da responsabilidade espiritual.


      III.1— A Ontologia da Meditação na Bhagavad Gītā
      (o fundamento metafísico: jīva, ātman, hṛdaya, prāṇa)
      1. A ONTOLOGIA VIVA DO ŚRADDHĀ YOGA: Ātman, Śakti e Prakṛti — O Coração, o Sopro e o Campo
      2. Hṛdaya — O Coração como Centro Ontológico do Ser
      3. Hṛdaya — O Critério Silencioso da Verdade Ontológica
      4. Nota Metodológica — Śraddhā: A Pedra Angular de Luz
      5. Hṛdaya — Centro Ontológico da Consciência
      6. Prāṇa: A Respiração do Cosmos
      7. Haṃsa–So’ham — O Sopro como Ponte Ontológica
      8. A Geometria da Consciência — O Foco Fractal
      9. Jīva e Ātman — A Unidade Silenciosa entre Vida e Ser
      10. A DIGRESSÃO NECESSÁRIA: O Ser entre Nascimento e Morte, e o Par Śrāddha–Śraddhā
      11. Saṃskāra — A Liturgia do Hṛdaya
      12. Śraddhā Yoga Saṃskāra — Rito como Tecnologia de Ṛta
      13. A Hierarquia dos Jīvātmas: Devas, Ṛṣis e Guardiões do Coração
      14. A Geometria Sintrópica da Identidade
      15. A Visão que Precede Toda Técnica (Interlúdio — Śraddhā Yoga Darśana)
      III.2 — O Mantra como Vórtice Sintrópico
      1. ABERTURA: A Ressonância que Faz o Coração Recordar o Real
      2. A Dinâmica da Ressonância: Quando Śraddhā desperta o mantra vivo
      3. Haṃsaḥ: O Mantra Invisível da Respiração
      4. Ānandamaya-Dhvani — O Som Interior da Perfeita Alegria
      5. A Mandala Fractal da Consciência: os Cinco Corpos Sutis (Pañca-kośa) e os Seis Ritmos do Dia (Ṣaḍ-kāla)
      6. Nota Doutrinal Especial — Śraddhā Yoga, Suddha Dharma e o Retorno ao Coração do Real
      7. Travessia — Francisco Barreto, a Pedagogia dos Dois Níveis e a Linhagem Invisível do Śraddhā Yoga
      III.3 — A Ação Sintrópica (Naiṣkarmya-Siddhi)
      1. Proêmio
      2. Śraddhā como Inteligência Afetiva da Ação
      3. Śraddhā Yoga Saṃskāra — Rito como Tecnologia de Ṛta
      4. Fluir e Reverberar: O Amor como Pulsação Sintrópica
      5. Gurukula: A Arquitetura da Consagração do Cotidiano
      6. Guardiões da Ordem Viva: Proteger o Fluxo de Ṛta
      7. Por que o Śraddhā Yoga não é Doutrina, mas Ciência Sintrópica da Consciência
      III.4 — Sabedoria do Coração (Dharma-Prajñā)
      III.5 — A Meditação como Vida (Bhāvana)
      III.6 — Epistemologia Sintrópica
      1. Consciência Fractal e Reta Final do Conhecimento
      2. Śuddha Yoga: A Unidade dos Três Caminhos
      3. O Coração como Expressão de Ṛta
      ENCERRAMENTO DO CAPÍTULO III — O Olho que Vê o Real

      INTERLÚDIO PRÁTICO — Dinacaryā: A Disciplina Sintrópica do Tempo (Ṣaḍ-kāla)
      A arte de viver o dia como mandala de Ṛta
      1. No silêncio deste dia que amanhece... (Porta devocional; inicia o Ṣaḍ-kāla como estado interior do hṛdaya.)
      2. Namastê — Dinacaryā da Escuta e da Amizade Universal
      3. A Disciplina Sintrópica do Ancestral Śraddhā Yoga (Dhyāna, nais­­karmya-siddhi, bhāvana e os seis tempos do dia.)
      4. Ṣaḍ–kāla — A Geometria Fractal da Disciplina Sêxtupla do Tempo (Ensaios sobre os arquétipos do ritmo sintrópico diário: Sarasvatī, Lakṣmī, Jyeṣṭhā, Pārvatī, Durgā e Bhadrakālī)
      5. ṚTADHVANĪ: A SÍNTESE DO ŚRADDHĀ YOGA SVATANTRA (Epílogo contemplativo: a respiração do Ser como ponte entre jīva, kāla, ākāśa e Ṛta). 
      IV. A Consciência Fractal

      Este capítulo revela a geometria profunda do real: a consciência como estrutura fractal onde o infinito se aproxima de si mesmo em escalas sucessivas, e o coração surge como ponto de contato entre o absoluto e o singular.
      1. ABERTURA — O DARŚANA (A emergência da consciência como escala do Real)
      2. A Ciência Sutil da Fractalidade — Como o Real se Replica Sem se Repetir
      3. O Coração Fractal — O Anāhata como Espelho Vivo do Infinito
      4. A IDENTIDADE QUÂNTICA E O PROBLEMA DO EU
      5. O EU FRACTAL — Pessoa, Identidade e a Ética de Samatva 
      6. O Espelho do Infinito — Consciência e Reciprocidade Cósmica
      7. O Espelho Partido — Sofrimento, Śraddhā e a Prova do Real
      8.  O ESPELHO GREGO — Sócrates, Nietzsche e a Prova da Confiança
      9. EPÍLOGO — A GEOMETRIA DA ALMA
      10. APÊNDICE AO CAPÍTULO IV — Síntese Onto-Epistemológica do Sistema (A Filosofia Sintrópica do Śraddhā Yoga — A Ciência, a Filosofia e o Rito da Consciência Fractal)
      V. Práxis Sintrópica
      (A Ética do Amor em Ação — do Coração à Decisão)

      Aqui a meditação se torna decisão: o capítulo investiga como o coração afinado age no mundo, distinguindo prudência e coragem, norma e transfiguração, ego e responsabilidade, à luz do Hṛdaya-Guru.

      V.1 — Fundamentos da Práxis Sintrópica (Núcleo ético-ontológico)
      V.2 — Śraddhā, Decisão e Transformação Interior (Consciência aplicada)
      1. O Sentimento Sintrópico e os desafios para a sua plena compreensão
      2. O Sentimento Sintrópico (Śraddhā) do Espírito Humano (Ātman) e a sua Relação com a Razão (Buddhi e Manas) na Produção da Ciência Contemporânea (I)
      3. O Sentimento Sintrópico (Śraddhā) do Espírito Humano (Ātman) e a sua Relação com a Razão (Buddhi e Manas) na Produção da Ciência Contemporânea (II)
      4. O Sentimento Sintrópico (Śraddhā) do Espírito Humano (Ātman) e a sua Relação com a Razão (Buddhi e Manas) na Produção da Ciência Contemporânea (III)
      5. Śraddhā-vṛtti: o Néctar da Práxis Sintrópica
      6. A Jornada do saṃsāra ao nirvāṇa em quarenta movimentos
      7. Despertando para a Consciência Sintrópica
      8. Convergindo para a Pura Morada do Ser (Mestre de Si Mesmo)
      9. O Quinto Puruṣārtha (Poder do Coração)
      10. Todo Coração: O Amor Impessoal e a Voz do Ser
      11. Śraddhā: A Morada do Silêncio
      V.3 — Os Cinco Gestos da Práxis Sintrópica (Método explícito)
      V.4 — Travessia, Testemunho e Memória Viva (Vida como práxis)
      CAPÍTULO VI — CIVILIZAÇÃO DA SÍNTESE
      (Do Coração ao Mundo)

      Este capítulo expande a práxis sintrópica em escala cultural: arte, educação, ciência, alta performance e cuidado do mundo como expressões de uma mesma afinação do ser.

      VI.1 — Arte, Música e Ressonância
      VI.2 — Foco, Performance e Psicodinâmica
      VI.3 — Educação, Ciência e Cultura
      VI.4 — Sonho, Imaginação e Profecia
      VI.5 — Corpo, Respiração e Integração
      CAPÍTULO VII — HṚDAYA: A CHAVE DO ŚRADDHĀ YOGA
      (Síntese sintrópica e superação estrutural do Advaita Vedānta e do Budismo)

      1. A inversão original: a geometria do erro ontológico (quando o pensar usurpa o lugar do ser)
      2. Bhāvanā e Bhāvana: travessia e morada (processo espiritual versus estado ontológico)
      3. A crítica ao Advaita Vedānta: o absoluto sem coração (jñāna, viveka e a ausência do hṛdaya como centro ontológico)
      4. A crítica ao Budismo: método sem eixo, caminho sem morada (bhāvanā, upāya e a ontologia da ausência)
      5. Hṛdaya: não emoção, não mente, não intuição — centro ontológico da consciência (o ponto onde o real se reconhece antes de ser pensado)
      6. Śraddhā como estado de ser, não como crença nem cultivo (da psicologia religiosa à ontologia sintrópica)
      7. O Śraddhā Yoga como darśana do coração lúcido (afirmação final e demarcação de identidade filosófica)
      8. Do Hṛdaya ao Samvāda: o nascimento do método Ṛtadhvanī–Haṃsānugata
      VIII. CONCLUSÃO: Epílogo e Semente de uma Nova Tradição
      Ṛtadhvanī–Haṃsānugata — O Testemunho da Linhagem Nascente


      ANEXOS

      Os anexos oferecem a dimensão aplicada do Śraddhā Yoga: práticas, roteiros, testemunhos e projetos que traduzem a visão em vida cotidiana, comunidade e cultura.

      ANEXO 2. Programa de Gestão Sintrópica — Opúsculo Metodológico
      ANEXO 3. Questões do Núcleo Familiar e do Guru-kula
      1. Laços de Família...
      2. A Cremação como um Símbolo Sintrópico de Transcendência e Cura: Reflexões Pessoais e Culturais
      3. Coração Tranquilo: ressignificando a Haṃsa Tattoo
      4. O Gurukula:  Casamento, Ambiente e Formação do Critério
      5. Casamento — Um Saṃskāra do Hṛdaya
      6. A Homossexualidade no Contexto da Tradição Védica
      7. Bhāvana Namaḥ: cozinhando com o coração
      8. A opção pelo vegetarianismo desde a infância (1966): um pouco de história pessoal e o paradoxo da carne
      9. Os fundamentos e as origens do vegetarianismo e do veganismo
      10. Razão e Sentimento: vegetarianismo, Milo e D. Celina (I)
      11. Razão e Sentimento: vegetarianismo, Milo e D. Celina (II)
      12. Mensagem de Páscoa: “Consertei o Mundo”
      13. As Origens do Festival de Wesak
      14. O Natal do Coração: Uma Celebração de União e Luz
      15. A Perfeita Alegria do Satsañga do Dia de Ação de Graças
      ANEXO 4. A Contracultura como Primeiro Gesto da Cultura Sintrópica
      1. O Novo Paradigma da Ciência Política do século XXI
      2. Luiz Carlos Maciel: O Guru da Contracultura, Uma Homenagem
      3. Brasil: em busca de uma grande síntese tropicalista
      4. Movimentos de Convergência: (1) Maciel por ele mesmo
      5. Movimentos de Convergência: (2) Rosa dos Ventos
      6. Movimentos de Convergência: (3) Heidegger
      7. Movimentos de Convergência: (4) a metafísica da contracultura
      8. Movimentos de Convergência: (5) Norman O. Brown e a abertura para o mistério
      9. Movimentos de Convergência: (6) a contracultura e os estados alterados de consciência
      10. Movimentos de Convergência: (7 ) O Flower Power (Poder da Flor) como um movimento pacifista de vanguarda
      11. Movimentos de Convergência: (8) Carlos Castaneda e Philip K. Dick
      ANEXO 5. Universidade do Coração: A Gênese de uma Cultura Sintrópica
      1. Cultura Sintrópica: a amorização universal
      2. Repensando a universidade com o coração
      3. O nascimento da Universidade do Coração
      4. Cultivando egrégoras
      5. A Meditação e a Universidade do Coração
      6. O processo  sintrópico de gestação da "Grande Síntese – Instituto Cultural para o Florescimento do Homem"
      7. A passagem de Francisco e o nascimento da Universidade do Coração
      8. O desenvolvimento da hagiografia de Francisco Barreto
      Rio de Janeiro, 07 de maio de 2018.
      (Atualizado em 23.01.26)