(Um roteiro para a história da descoberta do sentido paradigmático de śraddhā)
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| Da Śuddha Pañjikā ao Hṛdaya-Saṃvāda: a memória viva da disciplina íntima tornando-se forma transmissível |
Ao completar sessenta anos, intensificou-se em mim a necessidade de discernir com mais clareza aquilo que merece permanecer e aquilo que deve ser deixado para trás. Não se tratava apenas de organizar materiais, mas de aprender, com mais lucidez, a morrer para o que é efêmero e a envelhecer em amizade com a vida. Foi nesse horizonte que os projetos de cultura sintrópica começaram a ganhar forma mais definida.







