1. C
Comentário: O pacto, a egrégora, a rotina e o ambiente não são acessórios, mas condições pedagógicas que ajudam a formar um campo comum de escuta, presença e alinhamento.
Para revisar no roteiro: Atividade 01 — O Pacto, a egrégora, a rotina e o ambiente das oficinas de meditação; CMT014 — Oficina de Estudos: A Arte e a Ciência da Meditação.
2. A
Comentário: No curso, a contemplação não é apenas continuação da atenção, mas amadurecimento da prática em forma de habitar o real.
Para revisar no roteiro: Atividade 02 — Da Meditação à Contemplação: A Disciplina Sintrópica do Coração; Meditação, Heartfulness e Contemplação — O Eixo do Ser no Śraddhā Yoga.
3. D
Comentário: Hṛdaya é apresentado como centro operativo da consciência, não como simples sede do afeto subjetivo.
Para revisar no roteiro: Atividade 03 — Heartfulness — A Ontologia do Foco Absoluto do Coração; Hṛdaya — Centro Operativo da Consciência Fractal.
4. E
Comentário: Sākṣī é a consciência testemunha: presença lúcida que observa sem se confundir de imediato com a reatividade.
Para revisar no roteiro: Atividade 03 — O que é Sākṣī?
5. D
Comentário: O foco absoluto do coração indica que a atenção se aprofunda quando nasce de uma presença mais íntegra do que o mero esforço mental.
Para revisar no roteiro: Atividade 03 — Heartfulness — A Ontologia do Foco Absoluto do Coração.
6. C
Comentário: A atenção funcional organiza tarefas; a presença contemplativa transforma a relação do sujeito com o real.
Para revisar no roteiro: Atividade 08 — Meditação e Contemplação — Distinção Ontológica; Da Técnica à Presença — Distinção Ontológica.
7. D
Comentário: A Bhagavad Gītā é lida no curso como mapa da consciência em crise, escuta, discernimento e transformação.
Para revisar no roteiro: Atividade 05 — A Bhagavad Gītā como Metáfora da Arte e da Ciência da Contemplação.
8. A
Comentário: Kurukṣetra e Dharmakṣetra podem ser lidos como imagens do campo interior em que se decide o modo de agir.
Para revisar no roteiro: Atividade 05 — Bhagavad Gītā: Da Meditação à Contemplação Sintrópica.
9. C
Comentário: A quadriga simboliza a necessidade de condução lúcida da vida, em vez de mera entrega aos impulsos.
Para revisar no roteiro: Atividade 05 — A Bhagavad Gītā como Metáfora da Arte e da Ciência da Contemplação.
10. B
Comentário: Ação sem ego não é inação, mas ação sem compulsão, apego e autoafirmação reativa.
Para revisar no roteiro: Atividade 06 — Bhagavad Gītā: a meditação sintrópica em seus três estágios.
11. C
Comentário: A contemplação se prova na forma de agir; ela não é fuga da ação, mas sua purificação interior.
Para revisar no roteiro: Atividade 06 — A Bhagavad Gītā como o Modelo Pedagógico da Ciência da Contemplação.
12. E
Comentário: Dharma aparece no curso como eixo vivo de orientação do agir, e não como regra morta ou imposição exterior.
Para revisar no roteiro: Atividade 05 e Atividade 07 — A Meditação como a Escuta do Coração de que trata a Bhagavad Gītā; O Haṃsa Prāṇāyāma e o Dharma.
13. C
Comentário: A respiração é tratada como gesto contemplativo e porta de entrada para o dhyāna, não apenas como fenômeno fisiológico.
Para revisar no roteiro: Atividade 07 — O Haṃsa Prāṇāyāma e o Dharma.
14. C
Comentário: Haṃsa permite ler a respiração como expressão do Ser e não apenas como mecanismo biológico.
Para revisar no roteiro: Atividade 07 — O Dhyāna Mantra; A Respiração Sagrada (Heartfulness).
15. E
Comentário: AUM/OM aparece como símbolo sonoro de unidade e integração, não como simples fórmula mágica.
Para revisar no roteiro: Atividade 07 — vídeo O mantra AUM, por Joseph Campbell.
16. E
Comentário: A respiração torna-se “sagrada” quando passa a ser vivida como lugar de foco, amor, integração e presença.
Para revisar no roteiro: Atividade 07 — A Respiração Sagrada (Heartfulness): Meditação e a Trimūrti no Śraddhā Yoga.
17. C
Comentário: Inspirar, sustentar e expirar podem ser lidos simbolicamente como acolhimento, permanência e entrega.
Para revisar no roteiro: Atividade 08 — O Prāṇāyāma como Três Gestos do Ser.
18. D
Comentário: A técnica não é negada, mas reenquadrada: ela vale quando se torna caminho de presença.
Para revisar no roteiro: Atividade 08 — Da Técnica à Presença — Distinção Ontológica.
19. D
Comentário: O objetivo da comparação no curso é discernir convergências e diferenças sem dissolver a singularidade do eixo do Śraddhā Yoga.
Para revisar no roteiro: Atividade 04 — A Árvore do Śraddhā Yoga de Krishna; Atividade 10 — Comparações e expansões.
20. B
Comentário: A contribuição budista entra sobretudo pela análise do sofrimento, do condicionamento e da disciplina interior.
Para revisar no roteiro: Atividade 09 — A Vida de Buda; Os Cinco Agregados e o Despertar da Consciência.
21. D
Comentário: Os cinco agregados mostram que o “eu” não é uma substância simples, mas um conjunto de processos condicionados.
Para revisar no roteiro: Atividade 09 — Os Cinco Agregados e o Despertar da Consciência.
22. D
Comentário: Mindfulness pode descrever observação e regulação da experiência, mas contemplação aponta para horizonte ontológico e ético mais amplo.
Para revisar no roteiro: Atividade 09 — vídeo Como se pode definir mindfulness?; vídeo do Prof. Michael Stone.
23. E
Comentário: O diálogo com zazen mostra que a simplicidade do sentar silencioso pode expressar grande sobriedade e lucidez.
Para revisar no roteiro: Atividade 09 — Zazen, com a Monja Coen; A meditação segundo a Monja Coen.
24. C
Comentário: A oração do coração é importante no curso como paralelo de outra tradição que também reconhece a centralidade do coração na prática contemplativa.
Para revisar no roteiro: Atividade 04 — A Meditação Cristã: a Oração do Coração e o Decreto de Exaltação do Nome de Jesus; Atividade 08 — vídeo Meditação Cristã.
25. D
Comentário: Ṛta é apresentado como ordem viva do real e critério de alinhamento da consciência e da ação.
Para revisar no roteiro: Atividade 03 — As Bases da Arte e da Ciência da Contemplação; Atividade 11 — Ṛta, sintropia e práxis.
26. B
Comentário: Sintropia designa movimentos de integração, coerência e convergência, em contraste com a dispersão entrópica.
Para revisar no roteiro: Atividade 11 — vídeos Qual a força que mantém o universo coeso?; Em sentido espiritual, qual é a força que se opõe à entropia?; Ecologia Profunda.
27. D
Comentário: A “teia da compaixão” nomeia a interdependência viva do real, em que cuidado, relação e coesão se entrelaçam.
Para revisar no roteiro: Atividade 12 — A Teia da Compaixão: síntese e aprofundamento.
28. E
Comentário: O vídeo de Gregg Braden entra no curso por sua força intuitiva e comparativa, não como autoridade científica final.
Para revisar no roteiro: Atividade 12 — vídeo Gregg Braden — compaixão como força de coesão universal.
29. B
Comentário: A unidade dos três caminhos mostra que contemplação, conhecimento e ação amadurecem em convergência.
Para revisar no roteiro: Atividade 12 — Śuddha Yoga — A Unidade dos Três Caminhos.
30. B
Comentário: Bhāvana aparece como forma de vida e morada do Ser: a contemplação deixa de ser momento isolado e passa a atravessar a existência.
Para revisar no roteiro: Atividade 12 — Bhāvana: A Morada do Ser; O Estado de Bhāvana — A Unidade Estrutural da Vida.
