Neste dia de Páscoa, registro com alegria serena um pequeno sinal da recepção inicial do portal em inglês Syntropic Philosophy & Culture.
O ensaio Impersonal Love and the Shape of the Person recebeu recentemente duas leituras externas independentes, ambas convergindo em pontos que me parecem centrais: a clareza conceitual do texto, sua coerência interna e a força da ideia de que a pessoa se realiza mais plenamente quando deixa de ser fortaleza possessiva e se torna forma luminosa, transparente a uma ordem maior que si mesma.
Há algo nisso que toca diretamente o horizonte da meditação e da contemplação — presente, a meu ver, na figura de Jesus e também no trabalho que vimos desenvolvendo no portal em português com a disciplina Heartfulness: A Arte e a Ciência da Contemplação, seu roteiro de atividades e seu livro-texto.
No fundo, contemplar é isso: aprender a ver sem possuir, amar sem aprisionar e participar do real com mais lucidez interior.
Por isso compartilho, neste dia simbólico, também os registros dessas avaliações não como consagração, mas como discreto testemunho de uma ressonância inicial.
Rio de Janeiro, 05 de abril de 2026.

